Equipe Mapfry
em
Dec 6, 2021
Mapas que rendem histórias

Quem leu o artigo sobre o começo do Geomarketing sabe que os primeiros mapas vieram de histórias, vindo antes até do surgimento da linguagem escrita. 

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Desde sempre os mapas vêm sendo recursos excelentes para transmitir uma mensagem contundente. 

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Muitas formas de passar uma mensagem

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Quando olhamos para trás e vemos o enorme impacto que a pandemia custou em vidas e internações, nos lembramos que em seu início, em meio a tanta informação e desinformação, foram experimentadas várias abordagens para informar o público em geral do perigo que estava diante de nós.

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De um lado vimos uma abordagem mais clássica, com gráficos e contadores. 

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https://coronavirus.jhu.edu/map.html

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Este Dashboard da Universidade Johns Hopkins foi muito citado. Eles até colocaram um mapa em seu centro, mas de uma forma geral era impessoal.

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Por outro lado, vimos jornalistas e apresentadores fazerem grandes esforços para conscientizar a população, vidas estavam em risco e era necessário alertar e demonstrar o que estava acontecendo.

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Mas todo o esforço e dedicação pareciam insuficientes, dúvidas continuavam expondo a população a comportamentos de risco. Os gráficos eram impessoais, afinal, poderiam representar qualquer outra coisa.

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https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/07/17/brasil-tem-media-de-1058-mortes-por-dia-por-coronavirus-na-ultima-semana.ghtml

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Pessoas teriam que ser representadas como pessoas

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Bem por isso as imagens de covas sendo abertas por antecipação tiveram mais impacto que todos os gráficos juntos, mas eram apenas uma evidência.

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Faltava a elas a capacidade de representar o evento macro que estava se desenvolvendo. 

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Tentativas ainda mais apelativas foram feitas, com vídeos mostrando a situação nos hospitais.

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Por fim, até corpos sendo queimados a céu aberto na Índia.

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De fato os números foram incapazes de traduzir o que estava acontecendo.

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Um mapa que rendeu prêmios

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Conscientes de que o apelo da mensagem seria maior, tão quanto fosse possível colocar a realidade imediata em perspectiva, começou a ser pensado um mapa que partisse do endereço da pessoa e fosse somando vizinhos até chegar ao total de mortos naquele momento.

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“Ao fazer com que os usuários se sentissem pessoalmente atingidos, poderíamos romper com a sensação de distância entre a vida de quem ainda não foi diretamente afetado pela doença e a realidade da quantidade crescente de mortos”, afirma Alberto Cairo, um dos autores. 

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Quem usasse o mapa teria uma ideia clara que qual distância percorreria a partir de sua casa sem encontrar ninguém, agrupando o volume de óbitos num raio. 

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Seu imenso poder informativo rendeu ao time a medalha de bronze no Best of Digital News Design da Society for News Design (SND), o Oscar do Design de Informações.

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O prêmio principal foi para esse mapa do New York Times, o que traz uma lembrança do episódio envolvendo a Miss Martha Rocha. O mapa da Agência Lupa não é apenas informativo, é genial e funcional. 

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Veja este vídeo de exemplo a partir da Av. Paulista em São Paulo-SP

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Crie seu próprio mapa com o Epicentro

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Créditos aos demais envolvidos: Natália Leal, Gilberto Scofield Jr, Rodrigo Menegat Schuinski, Tiago Maranhão Barreto Pereira e Marco Túlio Pires.

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Histórias sobre lugares são histórias sobre as pessoas

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Na Mapfry acreditamos muito nessa afirmativa, ao ponto de construirmos uma plataforma que integra a narrativa ao processo de análise de mercados. 

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Quando você apresenta um estudo com uma história ele é entendido por mais pessoas, porque é assim que nós aprendemos e transmitimos conhecimento, contando histórias. 

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Quer fazer sucesso?

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Coloque as pessoas no centro das suas histórias.

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Pensando assim, a Mapfry criou o módulo de publicações, um recurso inovador que permite que você conduza sua análise do espaço com uma história.

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Uma forma familiar de pensar comum a todos nós.