A Mapfry é a plataforma mais dedicada ao universo do franchising
Isso é bom para todas, ou quase todas.
A parte boa é que tem bastante mercado disponível em outros segmentos onde não concentramos nosso foco, como Go-to-market para indústria, Real Estate, Governo, Mídia Exterior e Agro.
A parte dura dessa mensagem é que está cada vez mais difícilequiparar nossa proposta de valor para o franchising, mesmo para quem se considera “a melhor tudo”.
Hoje, somos capazes de atender a franquias de todos os tamanhos com:
- Elevadíssima qualidade nos dados
- Interface moderna e intuitiva
- Atendimento consultivo
Além desses pilares, temos também recursos que são únicos, como a possibilidade de publicar estudos interativos, perfeitos para engajar leads que ainda estão em fase de avaliação.
Daí alguém pode se fazer alguma dessas perguntas:
- Qual o motivo para um foco tão concentrado em franchising, sendo que o Geo é útil para tantos setores?
- Não seria limitante para a empresa dedicar todo seu esforço a um único segmento?
Respostas certas não são fáceis, tanto é que uma rápida visita aos sites de nossos concorrentes vai revelar que todos, sem exceção, atuam em todas as frentes.
Mas aqui é diferente, e esse artigo vem explicar porquê.
Primeira camada: Propósito
Outra daquelas palavras desgastadas do mundo dos negócios, ainda assim essencial.
Começar uma empresa é uma mistura de sonho e preparação para duros impactos, da indiferença inicial, “ah, olha aí mais uma”, à resistência do mercado em considerar sua solução, passando pela falta de grana em casa, relacionamentos abalados, até a dificuldade em manter o engajamento interno em meio a tanta escassez.
Falta sonho para tanta realidade
E aí que entra o Propósito, ele justifica bem mais do que a ideia de sucesso empresarial, pois empresas são motores de mudança e se formos capazes de erguer uma que opere na direção das mudanças que queremos ver, terá sido um feito incrível, perfeitamente equiparável ao duro preço das privações.
Nosso propósito original: “Geomarketing para todos”
Assim seguimos, desde 2020, quando três profissionais com passagens longas por grandes empresas, varejo, shopping centers, consultorias e inteligência de mercado, começaram a conversar sobre um incômodo comum:
As decisões territoriais mais caras do negócio continuavam sendo tomadas com dados fragmentados, mapas estáticos e análises difíceis de reproduzir.
O detalhe que quase ninguém percebeu
Quando algo é confuso, você sente, quando demora, incomoda, quando não responde bem, perde a graça.
Esse atrito constante criou uma percepção de que as plataformas de Geomarketing eram inerentemente ruins, e nada podia ser feito para mudar.
Nossa resposta a esse desafio foi até meio insana, se você parar para pensar.
Construir uma plataforma mais rápida do que tudo o que existia.
E, talvez o mais estranho, fazer isso quando o mercado já tinha decidido que ou se pagava caro para ter qualidade ou economizava abrindo mão de confiança.
Segunda camada: O encontro de propósitos
Foi o que fez a Mapfry única para o franchising
Que o McDonald 's é franquia todo mundo sabe, mas e que a Coca-Cola também é?
Grandes marcas crescem por meio desse sistema que conecta dois extremos:
- O livre empreendedorismo
- Aforça de uma estrutura corporativa e colaborativa
Há uma grande diferença entre um Gerente CLT e um Franqueado, ambos seguem regras e têm papel de coordenação, mas apenas um tem real participação no negócio, podendo verdadeiramente alinhar seu propósito de crescimento ao de uma rede.
Para um país em longo processo de desenvolvimento como o Brasil, o franchising é uma engrenagem de sucesso por sua forma de acessar capital.
Terceira Camada: A Riqueza na Base da Pirâmide
O artigo escrito por C.K. Prahalad em 2002 e depois expandido em livro em 2004, mostra como as mecânicas empresariais são diferentes em ambientes de escassez de crédito.
Na lógica da base da pirâmide, a restrição não é problema, é ponto de partida.
Empresas bem-sucedidas entendem que devem:
- Reduzir drasticamente o custo por unidade
- Criar formatos menores, fracionados e acessíveis
Olhando novamente, fica claro que é isso que as franquias oferecem, não apenas criar versões “populares” de produtos premium, mas repensam a oferta desde o zero.
- A margem vem do volume negociado para toda a rede
- Mercados são alcançados via operadores locais, o que reduz drasticamente os custos de gestão
O resultado?
A empresa entra na comunidade, entregando qualidade, segurança e respeito.
Mercados de baixa renda são massa crítica num país como o nosso.
Quando você atinge milhões de consumidores com eficiência, a matemática agradece.
Quarta Camada: A teoria, na prática
Tem aquele estudo profundo que trava milhões em CAPEX e meses de discussão, tem a operação repetitiva, que precisa dar o mesmo resultado toda semana e tem aquela pergunta rápida que precisa de resposta na hora, antes que o assunto mude.
80% do Geomarketing está na primeira parte, na pergunta de milhões, mas os outros 20% que fazem parte da realidade do dia a dia, são ignorados, e isso, para o franchising, é crítico.
Para piorar, temos aí 3-4 plataformas com metodologias incompatíveis entre si, bases de dados que medem coisas diferentes, mesmo quando usam o mesmo nome.
Então, como saber qual a melhor plataforma para sua rede de franchising?
Faça a seguinte pergunta:
Qual papel essa plataforma precisa cumprir na expansão da minha rede agora?
Exploração rápida, perguntas constantes
Esse é o uso mais frequente, e curiosamente o menos respeitado.
- Onde vale aprofundar?
- Essa cidade entra ou não entra?
- Quais bairros eliminar logo de cara?
Aqui, velocidade e clareza importam mais do que profundidade.
Se cada resposta exige um projeto, isso cria tempos de pausa entre ciclos acelerados de decisão.
Plataformas muito pesadas criam um paradoxo: são poderosas, mas afastam o usuário da análise inicial.
E sem pergunta, não existe Geomarketing.
Nesse papel, a Mapfry se destaca por:
- Responder rápido
- Reduzir o custo cognitivo
- Descarta hipóteses ruins cedo
Quem precisa de execução rápida, prioriza a leitura objetiva do território, a comparação rápida e a comunicação direta no mapa.
Se essa é sua necessidade, a Mapfry está pronta para te surpreender.
Pensamento profundo, risco alto
Esse papel aparece quando errar custa caro.
- Expansão estruturada, pensando a rede como um todo
- Redesenho territorial, remanejar dezenas de pontos de uma vez
- Canibalização e saturação, saber o limite máximo de unidades
- Entrada em novas regiões, investir em campanhas de marketing
Esses são movimentos estratégicos, com consequências que se estendem por anos, pensar rápido é arriscado.
Aqui é preciso, antes de mais nada, respirar e refletir.
Para isso, o que importa não é tanto a plataforma, mas:
- Sua coerência metodológica
- A comparabilidade entre cenários
- Capacidade de alinhar stakeholders
Novamente a Mapfry está pronta para te apoiar com a melhor base de dados, recursos analíticos do Studio e suas Apresentações interativas.
As principais plataformas de Geomarketing são eficientes aqui também, ainda que por um custo bem mais elevado.
Operação em escala, governança
Esse papel não decide tanto, mas garante que a decisão seja factível.
A visão operacional pode sair de relatórios automáticos, modelos de recomendação, análises de inconformidade e outros papéis típicos de sistemas de BI, mas que podem ser incorporados por plataformas bem completas.
Aqui, rodar rotinas é o mais importante.
Esse é um espaço evolutivo para todas as plataformas, mas aquelas que já oferecem preditivos ajudam mais.
Comunicar, convencer, alinhar
Esse papel é subestimado, mas decisivo.
A análise pode estar correta, mas se ninguém entende, ela não existe.
Aqui, “feito” não é cálculo certo, é o entendimento compartilhado.
Ferramentas que vencem nesse papel são capazes de:
- Transformar análise em narrativa
- Evidenciar o que está sendo comparado
- Contar a mesma história para públicos diferentes
O Mapfry se destaca por tratar comunicação como parte do fluxo, não como um PowerPoint improvisado no final.
Dados como infraestrutura
Esse é o momento em que a empresa é bem grande, e o Geomarketing deixa de ser sistema e passa a ser estrutura.
Redes assim exigem:
- Muita integração com dados próprios
- Automação de análises
- Controle de eventos
- Rastreabilidade
Aqui, plataformas fechadas demais viram gargalo, enquanto plataformas abertas demais viram projeto infinito.
Quadro resumo
Camada final: Sua decisão
Quais casos serão mais relevantes para sua rede:
- Análise rápida e recorrente, perguntas do dia a dia
- Estudos profundos, expansão, cenários e trade-offs
- Operação comercial, padronização e escala
- Validação visual, narrativa, apresentação e convencimento
- Automação, integração, pipelines internos
Nenhuma plataforma é ótima em tudo, quem pensa que é, normalmente está enganado.
Por isso, antes de escolher a plataforma, escolha o papel que ela precisa cumprir
Onde você está nesse momento da expansão?
- Comercial, que precisa contar a história certa, com mapa bonito, argumento claro e pouca margem para dúvida
- Explorador rápido, que precisa responder perguntas simples, comparar cidades, validar hipóteses iniciais, sem fricção
- Estrategista profundo, que precisa modelar expansão, entender canibalização, hierarquia urbana, retorno marginal
- Operador de campo, que precisa padronizar critérios, replicar análises e reduzir erro humano
- Time técnico, que precisa integrar dados, automatizar análises, controlar custo e garantir rastreabilidade
A partir daí, a comparação deixa de ser “feature vs feature” e passa a ser:
Qual plataforma desempenha melhor esse papel?
- Se o erro que você não pode cometer é lentidão, escolha agilidade
- Se o erro que você não pode cometer é superficialidade, escolha consistência
- Se o erro que você não pode cometer é desalinhamento interno, escolha clareza